É rica essa região de Floresta Estacional Decidual, incluída dentro do mapa de aplicação da mata atlântica.
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quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Biodiversidade do Piauí a preço de papel
Governo planeja alterar Lei da Mata Atlântica para atender a Suzano.
É visível a conscientização da sociedade em torno das questões ambientais. No mundo inteiro se discute a preservação de áreas prioritárias para se manter o equilíbrio no meio ambiente, mas no Piauí a biodiversidade custa o preço de papel.
O Governo Estadual do Piauí não aceita o novo mapa do IBGE da mata atlântica do Brasil, que é um bioma protegido pela Lei n° 11.428, de 2006, mas ele pretende mover montanhas para tentar alterar a Lei protetora de um dos mais importantes biomas do mundo. Isso tudo para favorecer a empresa Suzano Papel Celulose que pretender plantar eucalipto no norte do estado.
O fato foi confirmado pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, durante a última audiência pública para a instalação da empresa Suzano, que aconteceu na cidade de Elesbão Veloso, a 150 km da capital Teresina, na última sexta-feira (07). O secretário de meio ambiente, Dalton Macambira, afirmou na audiência que o governador está tomando as providências para tentar mudar a Lei, que segundo eles atrapalha a instalação da empresa.
Estudos apontam que a Mata Atlântica no Brasil está “reduzida a 7,8% de sua área original”, mesmo assim o governador, Wellington Dias, se mostra insensível com as gerações futuras, e é claramente o advogado da destruição, pois se mostra comprometido com os interesses desta grande empresa, a exemplo de outras como a Bunge, JB Carbon, Ecocity e a falida Brasil Ecodiesel.
O movimento sócio-ambiental do Piauí não é contra o desenvolvimento, mas apóia sim, o verdadeiro desenvolvimento programado e sustentável, que deve ter como prioridade o homem do campo.
Mas é triste ver o favorecimento do Governo com a papeleira, que sinaliza uma clara incompetência administrativa, assim concretizada com a falta de políticas publicas e investimentos na agricultura familiar, isso tudo a preço de papel. Dessa maneira o eucalipto toma o lugar do pequi, babaçu, milho, feijão, mandioca, arroz, abóbora... desfigurando a paisagem construída há séculos formando um verdadeiro “deserto verde”.
Por Dionísio Neto
É visível a conscientização da sociedade em torno das questões ambientais. No mundo inteiro se discute a preservação de áreas prioritárias para se manter o equilíbrio no meio ambiente, mas no Piauí a biodiversidade custa o preço de papel.
O Governo Estadual do Piauí não aceita o novo mapa do IBGE da mata atlântica do Brasil, que é um bioma protegido pela Lei n° 11.428, de 2006, mas ele pretende mover montanhas para tentar alterar a Lei protetora de um dos mais importantes biomas do mundo. Isso tudo para favorecer a empresa Suzano Papel Celulose que pretender plantar eucalipto no norte do estado.
O fato foi confirmado pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, durante a última audiência pública para a instalação da empresa Suzano, que aconteceu na cidade de Elesbão Veloso, a 150 km da capital Teresina, na última sexta-feira (07). O secretário de meio ambiente, Dalton Macambira, afirmou na audiência que o governador está tomando as providências para tentar mudar a Lei, que segundo eles atrapalha a instalação da empresa.
Estudos apontam que a Mata Atlântica no Brasil está “reduzida a 7,8% de sua área original”, mesmo assim o governador, Wellington Dias, se mostra insensível com as gerações futuras, e é claramente o advogado da destruição, pois se mostra comprometido com os interesses desta grande empresa, a exemplo de outras como a Bunge, JB Carbon, Ecocity e a falida Brasil Ecodiesel.
O movimento sócio-ambiental do Piauí não é contra o desenvolvimento, mas apóia sim, o verdadeiro desenvolvimento programado e sustentável, que deve ter como prioridade o homem do campo.
Mas é triste ver o favorecimento do Governo com a papeleira, que sinaliza uma clara incompetência administrativa, assim concretizada com a falta de políticas publicas e investimentos na agricultura familiar, isso tudo a preço de papel. Dessa maneira o eucalipto toma o lugar do pequi, babaçu, milho, feijão, mandioca, arroz, abóbora... desfigurando a paisagem construída há séculos formando um verdadeiro “deserto verde”.
Por Dionísio Neto
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