segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Multidão faz caminhada contra a crueldade com animais em Teresina

Cerca de 800 pessoas participam de protesto em defesa dos animais na tarde deste último domingo (22) em Teresina. A ação ocorreu na Avenida Raul Lopes, com uma caminhada que partiu da Ponte Estaiada. Diversas manifestações aconteceram neste domingo (22) em 24 Estados do país, além de cidades norte-americanas como San Diego, Miami e Nova York.

Organizado no Piauí pela Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa), o movimento "Contra a a Crueldade com Animais" chamou a atenção para a impunidade nos casos de maus-tratos contra animais domésticos e silvestres. Além de exigir das autoridades brasileiras mais rigor nas punições aplicadas.

A Apipa defende a criação de uma Delegacia de Proteção Animal. Uma petição pública online é endereçada ao governador do Piauí, Wilson Martins, já reuniu quase 2 mil assinaturas.








sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Especulação imobiliária sem controle destrói o verde de Teresina

Por todas as regiões da capital de Teresina o verde exuberante de nossas árvores perde espaço para o barro vermelho e depois vira cinza concreto. Um absurdo o que está acontecendo em Teresina, vale ressaltar o registro que fiz de de obras na região do Recanto das Palmeiras na Avenida João XXIII, uma área importante na contenção de calor e manutenção da umidade está sendo destruída rapidamente. Vale ressaltar que ali existe um belo riacho, que é perene, e está ameaçado pelas construções desenfreadas. Mostro abaixo fotos de obras na região e uma foto aérea que visualiza o riacho.


Clique na imagem que ela amplia que você ver o detalhe do riacho.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Aconselho leitura desse texto retrata bem nossa realidade consumista atual


DESABAFO
Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Governador é autorizado fazer corte de ipê-amarelo no centro de Teresina

Há alguns dias descobri um lindo ipê-amarelo próximo a Av. Miguel Rosa na Rua Olavo Bilac, mas infelizmente a árvore está com os dias contados, pois o governador Wilson Martins deve cortar a árvore em breve para fazer uma obra. Fiz a denúncia na Prefeitura de Teresina, e procurei o Secretaria de Meio Aambiente e Recursos Hídricos - SEMAM, sobre o corte do ipê e que outras árvores já haviam sido cortadas na área sem autorização da PMT. Conversei pessoalmente com secretário Deocleciano, que me informou que multaria o governador, mas isso até o momento não aconteceu, e ainda soube que a PMT autorizou o corte da árvore. COnversei com um fiscal da PMT que foi no local, e ele afirmou que ali se encontravam irregularidades e que deveria ser aplicada a multa. Não deixaremos isso passar em branco!


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Piauí é o estado brasileiro que mais desmata o cerrado, diz MMA

Piauí e Maranhão juntos derrubaram área de 25 mil campos de futebol.



O Piauí foi o estado que mais desmatou a vegetação do Cerrado até 2010, conforme dados apresentados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). No período, o Piauí entre desmatou 1,05% do Cerrado e o Maranhão, 0,7%. Maranhão e Piauí são estados que têm implementado desmate mais acentuado.

No Brasil, o desmatamento acumulado do Cerrado até 2010 já atingiu 48,5% do bioma, uma área de quase 100 mil quilômetros quadrados. Embora o acumulado tenha registrado um aumento de 0,32% entre 2009 e 2010 (6.469 km2), o ritmo das motosserras diminuiu neste período com relação ao anterior. De 2008 a 2009, 0,37% do Cerrado foi derrubado.

O órgão afirmou que os vetores da derrubada de vegetação nativa são velhos conhecidos: a agropecuária e o carvão que alimenta a indústria siderúrgica nacional. O governo ainda não sabe quanto desse desmatamento foi autorizado e quanto foi ilegal.

“Os vetores tradicionais são os mesmos, a agropecuária e carvão. A fiscalização não está só correndo atrás do prejuízo. No caso do carvão, estamos quebrando a coluna vertebral da cadeia econômica”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
"Os vetores tradicionais são os mesmos, a agropecuária e carvão".

O Ministério também divulgou um balanço sobre as queimadas que atingem Unidades de Conservação do país. No total, dez áreas protegidas foram atingidas pelo fogo, em sua maioria intencionalmente provocado, segundo o presidente do ICMBio, Rômulo Mello. A área atingida este ano, no entanto, foi menor do que no ano passado. Em 2010, 1,6 milhão de hectares foram queimados dentro de parques, florestas nacionais, reservas biológicas e outras unidades destinadas à preservação. Este ano, o fogo já destruiu 322 mil hectares.

Uma das regiões mais atingidas foi o Distrito Federal, onde a Floresta Nacional (Flona) de Brasília já teve um quarto de sua vegetação nativa consumida pelo incêndio que, embora controlado, continua ardendo. Neste caso, o órgão do MMA responsável pela gestão das Unidades de Conservação disse ter provas de que o fogo foi criminoso.

“Nosso pessoal em campo identificou pessoas que tinham botado fogo dentro da unidade, eles foram perseguidos, mas se evadiram. Estamos acionando a Polícia Federal para investigar. A Flona foi criada para ser uma área a ser protegida e evitar a formação de loteamentos” disse Mello, que acredita que pessoas insatisfeitas com a criação da unidade possam ter motivado o crime.


*Informações do O Globo

sábado, 10 de setembro de 2011

Duas novas ararinhas-azuis nascem em cativeiro

A Associação para a Conservação dos Papagaios Ameaçados (ACTP, na sigla em inglês) divulgou nesta sexta-feira a informação de que duas novas ararinhas-azuis (Spix-macaw) estão crescendo saudáveis em seu aviário em Berlim, Alemanha. As duas aves, batizadas de Paul e Paula, nasceram no inicio de julho mas sua sobrevivência só foi confirmada após a passagem desses primeiros dois meses, considerados críticos.

Paul e Paula. Com novas ararinhas nascidas na Alemanha, população da ave em cativeiro chega a 100 indivíduos (Foto: Patrick Pleu)


A ararinha é uma espécie tipica da caatinga brasileira e considerada extinta na natureza desde 1990. Atualmente, existem cerca de 100 exemplares criados em cativeiro, em um programa de recuperação da especie que envolve diversas organizações ao redor do mundo, sob a coordenação do governo brasileiro. A maior dificuldade é contornar a alta mortalidade dos filhotes, devido a baixa variabilidade genética da população. A maioria dos indivíduos advém de uma mesma família.

Ainda há esperança: Ararinha pode retornar ao sertao

A ACTP possui no momento 13 exemplares da ararinha em seu aviário em Berlim. Segundo comunicado distribuído à imprensa pela organização, as recém-nascidas descendem de um casal de ararinhas com o qual se tem feito cruzamentos desde janeiro desde ano. Como o par nunca havia chocado ovos, a equipe decidiu deixar a tarefa para um casal de araras de cabeça azul (Primolius couloni). Ao mesmo tempo, ovos desta última espécie foram colocados para a fêmea da ararinha, que segundo a equipe da ACTP, "fez um bom trabalho" e garantiu o nascimento dos filhotinhos da arara de cabeça azul.


Saiba mais: ACTP

Teresina 350: um dia em favor do clima

O Teresina 350 faz parte da manifestação mundial 350.org a favor do clima. Venha de bicicleta, patins, skate ou mesmo a pé. Traga sua família e seus amigos. Estaremos doando 350 mudas de árvores nativas após uma pedalada no percurso da avenida.


Visitem a página da ONG + Vida, e confirme sua presença.


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