Mostrando postagens com marcador poluição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poluição. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Poluição do ar mata mais que cocaína

Ataques do coração são mais altos

A poluição do ar provoca mais ataques do coração que a ingestão de cocaína, café e exercício físico pesado. Sexo, raiva e infecções respiratórias também podem provocar ataques, mas a poluição do ar, especialmente no trânsito intenso, é a maior culpada. 

Os dados, publicados na revista médica The Lancet, sugerem que fatores que atingem toda a população, como poluição do ar, devem ser levados mais a sério quando se trata dos riscos ao coração, e devem ser colocados em contexto ao lado de riscos mais altos, mas relativamente mais raros, como uso de drogas. 

Tim Nawrot, da Universidade de Hasselt, na Bélgica, disse esperar que esta descoberta estimule médicos a pensar mais nos riscos. "Os médicos estão sempre olhando para pacientes individuais - e fatores de baixo risco podem não parecer importantes neste nível. Mas se eles são prevalecentes na população, têm relevância maior para a saúde pública", disse Nawrot à Reuters. 

A Organização Mundial de Saúde descreve a poluição como um "risco importante para a saúde", e estima que ela causa cerca de 2 milhões de mortes prematuras por ano no mundo.  

Planeta Sustentável - Abril

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Em manifesto, entidades acusam Agespisa de negligência

Por mais de uma semana, a bomba da estação elevatória da Agespisa que impede o lançamento dos esgotos da zona leste diretamente no rio Poti esteve fora de funcionamento. Durante esse tempo, todo tipo de detritos foi despejado diretamente no rio, sem qualquer tratamento.

Como forma de protesto a esse descuido, ambientalistas, artistas e pessoas ligadas à proteção dos Direitos Humanos se reuniram na tarde desta quinta-feira (06) na Avenida Raul Lopes, na estação elevatória da Agespisa.

Participaram do encontro a Rede Ambiental do Piaui (Reapi), o Movimento Nacional de Direitos Humanos, a Associação das Prostitutas, a Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (APIPA) e a Fundação Rio Parnaíba (Furpa). Com faixas, em que estava escrito “
Rio Poti, fim da vida” e “Diga não à morte do rio Poti”, os manifestantes procuravam chamar a atenção da população e do Poder Público para o problema da depredação do meio ambiente.
A coordenadora da Reapi Tânia Martins lembra que a Agespisa conta com mais 19 estações elevatórias desse tipo e diz que todas estão sucateadas. “Se a bomba quebrou, o correto é que houvesse bombas sobresselentes. Por que o rio tem que ser sempre penalizado? A manutenção dessas estações e das bombas deveria ser constante. O que não pode ocorrer é um descuido como esse”, disse a ambientalista.

A conselheira nacional do Movimento Nacional de Direitos Humanos, Lurdinha Nunes, cobra uma atitude do Poder Público. “Esses dejetos lançados no rio Poti acabam contaminando também o rio Parnaíba. Isso vai parar, por exemplo, no Encontro dos Rios e no próprio Delta, que são dois importantes pontos turísticos do nosso Estado. Os prejuízos são enormes. O Ministério Público tem que ser notificado”, complementou.

Selando a manifestação, o artista Willyams Martins, seguindo a linha da Ecoarte, lançou sobre o rio Poti, debruçado na Ponte Juscelino Kubitschek, pigmentos orgânicos vermelhos, de urucum. “Essa é uma forma de chamar atenção para este problema grave do meio ambiente. É também um trabalho interativo com o espaço, que é o próprio rio, uma intervenção. Só que esta intervenção não agride o rio”, disse o artista.

A Agespisa esclareceu que o extravasamento dos dejetos da zona leste no rio se deu em caráter emergencial. Uma das bombas da estação elevatória Riverside foi substituída por outra, de maior potência. Para que houvesse a troca, foi preciso interromper o serviço de bombeamento dos esgotos para a estação de tratamento, havendo o despejo dos detritos nas águas do rio sem o devido tratamento. Mas a empresa defende que o rio tem vazão suficiente para fazer a diluição dos dejetos.

A Agespisa informou ainda que isso faz parte de um investimento maior. Além da substituição das bombas, geradores de energia elétrica serão instalados nas estações elevatórias para impedir a paralisação das bombas quando faltar energia.




Jornal O Dia
Autor: Juliana Dias

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Protesto pelo Rio Poti "Dejetos para Todos"

É com profunda indignação que a Rede Ambiental do Piaui-REAPI, convida ambientalistas e todos que têm respeito ao Meio Ambiente, para um protesto em defesa do Rio Poti que será realizado na Av. Raul Lopes, próximo ao Euro business, na Estação Elevatória da AGESPISA, nesta quinta-feira, 06, a partir das 16h.

Há mais de dez dias, por falta de compromisso da AGESPISA e responsabilidade dos governos, a bomba da estação elevatória que impede o lançamento dos esgotos oriundos da Zona Leste no rio esta quebrada, lançando todo o tipo de detritos direto nas águas do Rio Poti.

Na oportunidade será realizado uma ação artística proposta pelo artista visual Willyams Martins. Sua ação consiste em lançar sobre a ponte que dar acesso a Av. Frei Serafim, pigmentos orgânicos vermelhos, corante urucum.

Esta ação é para mostrar e registrar uma intervenção ecológica, no sentido de interagir no seio da sociedade maneiras de atuar no tempo-espaço conceitos gerados pelas atitudes depreciáveis do homem.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Agespisa provoca grande crime ambiental no Rio Poty

Milhões de litros de esgoto são despejados há dias no Rio Poty, em Teresina. A poluição irá atingir o Rio Parnaíba, e conseqüentemente, o Delta do Parnaíba.