quinta-feira, 31 de março de 2011

Vejam a surpresa desse esse flashmob diferente e genial

Finalmente um flashmob sobre meio ambiente sensacional e diferente, que sai daquela mesmice de danças, que já encheram a paciência há um bom tempo. Realmente é o melhor que eu já vi até hoje:

domingo, 27 de março de 2011

MPF X MMA: ICMBio é acusado de envolvimento com a indústria do carvão no PI

Tânia Martins, de Teresina

Com a decisão política entre governo do Piauí e o Instituto Chico Mendes -ICMBio, de não incluir a floresta Serra Vermelha, de 120 mil hectares, no Sul do Piauí, na ampliação do Parque Nacional Serra das Confusões, para beneficiar a empresa JB Carbon, o Ministério Público Federal, antes mesmo de a empresa iniciar um novo projeto de exploração predatória da área, está entrando com uma Ação Civil Pública contra o Ministério do Meio Ambiente para criar uma unidade de conservação no local.
O Procurador Tranvanvan Feitosa, do Ministério Público (de terno à direita) recebe uma comissão de ambientalistas. Da esquerda para a direita,  Katia Vasconcelos, da RMA-Rede de ONGs da Mata Atlântica; Rubens Luna, ambientalista da Rede Ambiental do Piauí-REAPI; Luiz Carlos, do Sindicato dos Jornalistas do Piauí; Miriam Prochnow, da RMA; ambientalista Eliana Leite; Francisco Soares, da Fundação Rio Parnaíba; Vereadora Teresa Brito (PV-PI; o advogado Jeferson Oliveira da RMA e o Feitosa.

A Ação foi uma iniciativa do Procurador da República no Piauí, Tranvanvan Feitosa, que foi buscar argumentos nos relatórios do próprio MMA assinados por técnicos que deixam claro a importância biológica da floresta, considerada a última do semi-árido brasileiro e ainda o Mapa de Ampliação da Lei 11.428/06, a lei da Mata Atlântica, que abrange algumas regiões do Piauí, entre elas, a Serra Vermelha. De acordo com o procurador Feitosa, causou estranheza o fato da Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Piauí ter excluído a área, o que pode significar o favorecimento para a empresa JB Carbon,  que tem a posse da terra e vinha explorando-a de forma predatória.
Ação importante
Para o movimento ambiental, a atitude do Ministério Público é de extrema importância já que consideram ter havido indícios de corrupção durante todo o processo envolvendo a área da empresa JB. Entre as suspeitas levantadas está a apro­va­ção, pelo Governo Federal, de R$ 150 milhões, para o Governo do Piauí, pelas terras estaduais que foram incorporadas ao parque, cerca de 300 mil hectares.
Desde o início, a transação deixou um rastro de ilegalidade. Isso só foi revelado recentemente quando a Casa Civil, depois de já ter liberado R$ 50 milhões, decidiu solicitar a apresentação da documentação exigida por lei para efetivar o negócio: autorização da Assembléia Legislativa para vender patrimônio estadual e o levantamento fundiário.
Negócio sujo envolve ICMBio
O presidente da Fundação Rio Parnaíba, Francisco Soares, acredita na existência de uma negociata envolvendo o presidente do ICMBio, Rômulo Melo, deputados da bancada do Piauí e o governo do Estado, para proteger o empresário João Batista Fernandes, dono do projeto Energia Verde que consiste em produzir carvão a partir da mata nativa.
"Foi feito uma "maracutaia" isso ficou claro quando supervalorizaram o preço por hectare de terra na região. Em média, custa R$ 100 e que no processo da ampliação do parque subiu para R$ 1.000", afirma Soares. Ele diz  ainda que quando percebeu a ilegalid­a­des tentou evitar a transação denunciando o presidente do ICMBio no Conama. "Cheguei a falar com o Rômulo pessoalmente avisando-lhe que ele cometeria um crime contra o Piauí e o Brasil", salientou Francisco Soares.
Coincidências
Lucro com carvão
Coincidência ou não, o certo é que o decreto de ampliação do parque trás clausulas que encaixa exatamente com a finalidade da empresa JB Carbon: lucrar à custa da destruição da floresta. O artigo 5 diz que "fica permitida na Zona de Amortecimento do Parque Nacional da Serra das Confusões", ou seja, justamente área da JB Carbon  "a exploração de florestas e formações sucessoras sob o regime de manejo florestal sustentável, tanto de domínio público como de domínio privado, desde que previamente aprovado pelo órgão ambiental competente do Sistema Nacional de Meio Ambiente, nos termos do art. 19 da Lei n 4.771, de 15 de setembro de 1965." 
Já no artigo 8, o decreto beneficia, além da JB, outros empresários e políticos que têm terras na região, embora griladas. "Art. 8 -  Ficam declaradas de utilidade pública, para fins de desapropriação pelo Instituto Chico Mendes, os imóveis rurais privados existentes no Parque Nacional da Serra das Confusões, nos termos dos arts. 5 , alínea "k", e 6 do Decreto-Lei 3.365". O negócio continuou quando o governo do Estado conseguiu com o ex-presidente Lula, R$ 150 milhões, que seriam justificados como se o Piauí estivesse vendendo um pedaço de terra para a União. (TM)

MP vai acionar governo do Estado e empresas por poluição ambiental



Fonte: Cidade Verde

quarta-feira, 23 de março de 2011

Ministério Público e FUNASA firmam parceria para intensificar a fiscalização sobre a qualidade da água

O Ministério Público do Estado do Piauí e a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) celebraram ontem, Dia Mundial da Água, convênio de cooperação técnica para otimizar os mecanismos de controle da qualidade da água para consumo humano. A FUNASA colocou à disposição do Ministério Público sua Unidade Móvel para Controle da Qualidade da Água (UMCQA), bem como os profissionais e insumos necessários à realização de análises bacteriológicas e físico-químicas. O MPPI, por sua vez, comprometeu-se a adotar as medidas cabíveis a partir dos resultados das análises, bem como a firmar parcerias com a sociedade civil pela melhoria do sistema de saneamento ambiental e a fiscalizar o cumprimento das metas de vigilância e controle da qualidade da água.

O objetivo é evitar a proliferação de doenças transmitidas através da água, prevenindo surtos de diarréira, hepatite A e meningite, dentre outros. 
Fonte: MPE

DINTER de geografia da UFPI/UFMG promove palestra


DATA: 28 DE MARÇO DE MARÇO DE 2011
HORÁRIO: 18h
LOCAL: AUDITÓRIO NOÉ MENDES, CCHL/UFPI
PALESTRA: UM OLHAR GEOGRÁFICO SOBRE OS BIOMAS: O EXEMPLO DE MINAS GERAIS

Foto: André Pessoa
                 Discute-se a idéia de bioma a partir de uma perspectiva abrangente, na qual os fatores ecológicos são abordados em termos de suas manifestações na escala planetária. Focaliza-se então, a posição do Brasil no contexto mundial, quando são acentuadas nossas características naturais mais marcantes, que definem a distribuição de nossos biomas. A partir daí, o foco passa a ser Minas Gerais e os diversos condicionantes ecológicos que implicam no quadro biômico do estado. Tais biomas são então discutidos sob a perspectiva ambiental, notadamente no que diz respeito ao empobrecimento da biodiversidade no estado. Ênfase especial é dada aos biomas Cerrado e Mata Atlântica, os dois “hotspots” brasileiros da biodiversidade."
Palestrante: Bernardo Machado Gontijo

Possui graduação em Ciencias Biologicas - Licenciatura pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1983), graduação em Geografia pelo Instituto de Geociências da Universidade Federal de Minas Gerais (1988), mestrado em Estudos Latino Americanos - Vanderbilt University (1992) e doutorado em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília (2003). Atualmente é professor adjunto do Instituto de Geociências da UFMG. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Geografia e Meio Ambiente, atuando principalmente nos seguintes temas: unidade de conservação, vegetação, áreas verdes urbanas, transformação ambiental e turismo

segunda-feira, 21 de março de 2011

Florestas e Homens


Florestas e Homens from GoodPlanet on Vimeo.


Descubre e partilhe gratuitamente Florestas e Homens, o filme oficial do Ano Internacional das Florestas dirigido por Yann Arthus-Bertrand para as Nações Unidas !
Você também, ajude GoodPlanet a preservar as florestas difundindo essa mensagem. Descarregue gratuitamente o filme em offorestsandmen.org e o partilhe sans restrições com os seus conhecimentos, no seu site, na sua escola, cidade, empresa, etc.
Mais informações sobre as acções de GoodPlanet a favor das florestas em offorestsandmen.org

AJE adota nascente do Riacho Mutum na semana da Floresta e da Água


Em comemoração ao Dia Mundial da Floresta (21) e Dia Mundial da Água (22) de março, a Associação dos Jovens Empresários do Piauí - AJE-PI adotou a Nascente do Riacho Mutum, zona rural de Teresina, na manhã de domingo (20), com o apoio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Teresina – SEMAM.

A iniciativa da AJE faz parte do Projeto Pense Verde Aja Verde e visa levar até as comunidades a educação ambiental, empreendedorismo e desenvolvimento sustentável. A primeira etapa do projeto desse ano escolheu o Assentamento Mutum, onde existe a Nascente de um riacho. O secretário de meio ambiente de Teresina, Valdemir Virgino, destacou que a iniciativa é importante, e que a manutenção da floresta em pé mantém o homem do campo, além de fornecer água e qualidade de vida. 

"A participação de comunidades, como o Assentamento Mutum, no Projeto Pense Verde Aja Verde, é de suma importância para a conscientização e preservação de regiões que possuem algum tipo de ameaça ambiental local. Como por exemplo, algumas técnicas agrícolas inadequadas causando o assoreamento de nascentes lindíssimas, como a que visitamos hoje." Informou Letícia Muniz - Coordenadora do Projeto.

O (novo) presidente eleito da AJE-PI, Paulo André Moreira de Souza, destacou que no Assentamento Mutum a comunidade tem grande potencial de desenvolver atividades empreendedoras, pois eles possuem todas as ferramentas para gerar renda e proteger a biodiversidade. Acrescentou ainda que a AJE irá se comprometer em desenvolver oficinas de capacitação e auxiliar a comunidade rumo ao desenvolvimento sustentável.

“O homem do campo tem um papel importante na preservação da natureza, e faremos um trabalho com a comunidade visando a educação ambiental e a preservação da nascente desse riacho de águas cristalinas. E é possível sim, aliar desenvolvimento com a natureza. ”, explicou Paulo André.

Durante a visita até a nascente foram coletadas amostras de água pela SEMAM que serão enviadas para análise de qualidade em laboratório. A caravana contou ainda com o apoio da Fundação Velho Monge, que desenvolve um projeto de exploração do extrativismo do babaçu na comunidade há um ano, e também do Grupo Matizes, Telhas Mafrense e da Rede Ambiental do Piauí – REAPI.