domingo, 5 de junho de 2011
REAPI e Arquidiocese de Teresina reforçam a defesa pelas florestas
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Piauí terá que respeitar a Lei da Mata Atlântica a força
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| Foto: Dionísio Neto / Ipê Amarelo dentro do Parque da Cidade |
O Ministério Público Estadual, através da Curadoria do Meio Ambiente vai pedir uma intervenção federal no Piauí, para obrigar a Secretaria Estadual do Meio Ambiente-SEMAR, a cumprir a lei 11.428, conhecida como a Lei da Mata Atlântica, que protege formações vegetais que ocorrem no Piauí e que são ignoradas pela Semar, que continua licenciando empreendimentos voltados para o agronegócio nestas áreas.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Área da aplicação da Lei da Mata Atlântica é respeitada em Teresina
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| Fragmento Florestal localizado na área do Meduna. |
terça-feira, 15 de março de 2011
MPF Recomenda suspensão de licenças ambientais no Piauí
Fonte: Minísterio Público Federal
quinta-feira, 3 de março de 2011
Ministério Público Federal pede criação do Parque de Serra Vermelha
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| Boqueirão da Serra Vermelha/ Foto: André Pessoa |
quarta-feira, 2 de março de 2011
A Mata Atlântica não inviabiliza a economia do Piauí
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| Árvore conhecida como barriguda/ Foto: André Pessoa |
Pesquisadores confirmam existência de Mata Atlântica no Piauí
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Considerações sobre a Mata Atlântica no Piauí e outros temas
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Livro escolar ensina e confirma que o Piauí possui a mata atlântica
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| Piauí Encontros com a Geografia", Editora do Brasil, Edição 2010 |
O Piauí tem cerca de 10,52% da sua área dentro do mapa de aplicação do bioma com a presença da Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual, segundo o IBGE. O livro escolar reforça mais ainda a defesa e o conhecimento da sociedade e estudiosos sobre o assunto.quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Piauí transmite debate online para todo Brasil sobre a Mata Atlântica
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Confira a programação da I Semana da Mata Atlântica no Piauí
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Caminhão itinerante da SOS Mata Atlântica chega ao Piauí
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
ARTIGO: Céu à carvoaria
Que a natureza (sobre)viva como puder, porque das decisões ambientais oficiais se estará fadado a um futuro previsivelmente caótico, graças a esses homens do governo.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Jornal Diário do Povo "Desmatamento no Piauí ganha destaque nacional"
O Piauí foi tema da primeira reportagem da série "Globo Na-tureza". O repórter José Rai-mundo foi ao município, na região da Serra Vermelha, e conversou com pesquisadores e trabalhadores das carvoarias. Ele constatou que, perto dos fornos onde o carvão é queimado, a temperatura chega a 52º C. A reportagem afirma ainda que a Secretaria de Meio Ambiente não reconhece o local como Mata Atlântica e ressalta que o Ibama realiza uma fiscalização precária no local.
Pelo menos 10 toneladas de carvão são produzidas na região todos os meses. Essa seria a produção das carvoarias "legalizadas". A mesma quantidade sai dos fornos das carvoarias clandestinas, segundo os ambi-entalistas. "É quente demais! Não tem outro trabalho, tem que fazer o que tem", conta o carvoejador Gisley Omélio. A professora Luzia Luz Neto diz na matéria: "Se você tivesse vindo aqui nos anos 90, o clima era outro, bem mais agradável, bem mais fresco, dava pra viver muito bem. E hoje a gente percebe que é muito quente".
"As consequências já são visíveis. A maior lagoa da região encolheu 30%. Rios estão secando, nascentes desapareceram. Uma área, por onde o vaqueiro Claudionor Ribeiro passava todos os dias, era um brejo que matava a sede da boiada e do vaqueiro. Ele conta até onde chegava a água antes da seca dos rios. Na região da Serra Vermelha, de grande importância ambiental, três biomas se encontram no mesmo lugar: caatinga, cerrado e mata Atlântica.
De todos os biomas brasileiros a mata Atlântica é o mais ameaçado. Tem apenas cerca de 7% de sua cobertura original. Por isso, qualquer desma-tamento é proibido, nenhuma árvore pode ser derrubada. Mas no Piauí as carvoarias desrespeitam a lei e com a conivência de quem deveria proteger a floresta. Elas têm licença de funcionamento dada pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Mesmo as instaladas dentro da mata Atlântica. Ao Ibama cabe fiscalizar. O único escritório do órgão no local tem dois fiscais e uma área do tamanho do estado de Sergipe pra dar conta", diz a reportagem.
A produção do Piauí - a le-gal e a ilegal - carrega cerca de 15 caminhões por dia. O carvão viaja quase dois mil quilômetros praticamente sem barreiras nas estradas. O polo siderúrgico de Sete Lagoas, em Minas Gerais é o destino de todo o carvão que sai do Piauí. Muitos dos fornos - que produzem ferro gusa - se alimentam da destruição das matas nativas.
Das 61 indústrias que funcionam na região, menos de dez consomem carvão de procedência legal. Uma delas começou há 15 anos a plantar sua própria floresta. Só em uma fazenda tem 21 mil hectares de eucalipto.
Para o sindicato das indústrias, a saída é a nova lei florestal do estado de Minas que vai obrigar as empresas a consumir carvão vegetal apenas de floresta plantada. A nova lei mineira estabelece um prazo: a partir de 2017, 95% do carvão consumido pelas indústrias de ferro gusa deverão ser de floresta plantada. Até lá ainda vamos ouvir muito barulho de motosserra nas matas nordestinas.
I Semana da Mata Atlântica no Piauí começa dia 26
De Dionísio Neto
http://ecodio.blogspot.com/
A partir de 26 de janeiro até o dia 30, acontece em Teresina, na Praça Pedro II, a I Semana da Mata Atlântica no Piauí, a atividade contará ainda com a exposição itinerante “A Mata Atlântica é aqui”, da Fundação SOS Mata Atlântica. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Teresina, ONGs ambientalistas e movimentos sociais.
A I Semana da Mata Atlântica no Piauí visa divulgar a importância da floresta mais ameaçada do Brasil. No Piauí, segundo o mapa de aplicação da Lei nº 11.428/2006, existem formações florestais características do bioma, dentres elas aparecem a Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual. Segundo os ambientalistas a maioria dos piauienses desconhece essa riqueza, e pensam que somente nas florestas do sul do país e próximas ao litoral existe o bioma da mata atlântica.
"Muitas pessoas pensam que as florestas mais densas são o único tipo existente, elas cientificamente são chamadas de Floresta Ombrófila Densa, mas aqui no Piauí possuímos dois tipos desses remanescentes florestais da Mata Atlântica, sendo a Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual.", disse Francisco Soares da Fundação Rio Parnaíba - FURPA.Em Teresina o caminhão com a Exposição Itinerante estará na Praça Pedro II, de 26 a 30 de janeiro. A população poderá participar das palestras, oficinas, jogos educativos, exibições de filmes e maquetes, biblioteca para consultas, entre outras atividades. Durante a I Semanda da Mata Atlântica no Piauí ainda acontecerá palestras e exposição fotográfica.
Participam do evento a Rede Ambiental do Piauí - REAPI, Fundação Rio Parnaíba - FURPA, Grupo MATIZES, Fundação SOS Mata Atlântica, Rede de ONGs da Mata Atlântica - RMA e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Teresina - SEMAM.
Qualquer pessoa pode participar das atividades, inclusive o projeto conta com uma estrutura própria para receber deficientes físicos, com um elevador específico localizado na parte de trás do caminhão.
Escolas e grupos interessados podem realizar visitas monitoradas ao projeto. Além disso, quem tiver interesse em se tornar um voluntário também pode participar.
O projeto “A Mata Atlântica é aqui – exposição itinerante do cidadão atuante” é um caminhão adaptado pela SOS Mata Atlântica para visitar diversas cidades brasileiras levando informações e atividades de educação ambiental sobre o Bioma mais ameaçado do país. A iniciativa, que já passou por 70 cidades em 16 estados brasileiros mais o Distrito Federal, tem o patrocínio de Bradesco Cartões, Natura e Volkswagen Caminhões & Ônibus.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Rede Globo denuncia desmatamento da mata atlântica no PI
terça-feira, 2 de março de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Serra Vermelha ameaçada pelos interesses políticos
No sul do Piauí está localizada a Serra Vermelha, a qual possui uma importante floresta brasileira, que é considerada um ecótono, com presença de três biomas: caatinga, mata altântica e cerrado. Estudos do Ministério do Meio Ambiente – MMA apontam que a região é uma área prioritária para a preservação, e existia na época da ex-ministra, Marina Silva, o interesse por parte do MMA de se criar mais uma Unidade de Conservação no Brasil, mas o governador do Piauí, Wellington Dias, vetou a criação do Parque Nacional, juntamente com o ICMbio favorecendo novamente as inúmeras carvoarias.
A reunião para decidir o futuro da Serra Vermelha foi realizada a portas fechadas na sede do governo do Piauí, nesta última segunda-feira (08), com a participação do governador, IBAMA, e do presidente do ICMbio, Rômulo Melo. Na pauta estavam a Serra Vermelha, revisão do mapa da mata atlântica no Piauí e da criação do projeto de conservação do peixe-boi no litoral piauiense.
O governador está fazendo manobras para evitar a criação do Parque, sendo que na primeira delas ele deseja retirar o Piauí da Mata Atlântica, e a outra é fazer com que o presidente Lula assine um decreto, no próximo dia 05 de março, que amplia o Parque Nacional Serra das Confusões em 193 mil hectares, com isso deixará de fora mais de 300 mil hectares da Serra Vermelha, beneficiando assim, empresários que devastam terras públicas para a produção de carvão destinados as siderúrgicas e estimulando o trabalho escravo.

O movimento ambiental no país tem se mobilizado e apoiado a criação do Parque Nacional com uma campanha em defesa da Serra Vermelha, organizada pela Rede Ambiental do Piauí e importantes ONGs como a Fundação Rio Parnaíba. Mas o movimento ambiental teme pelo pior, pois o governador do Piauí foi financiado na última eleição pelo ramo da siderurgia e está comprometido com os interesses destas empresas. O fato pode ser comprovado nas contas de campanha política no site do TSE, onde o governador do PI recebeu 150 mil reais da Companhia Siderúrgica Nacional - CSN. A criação da UC fere os interesses de grandes empresas poluidoras ligadas ao ramo.
A região abriga diversas espécies ameaçadas de extinção a exemplo do primata bugio, da anhuma e da onça pintada, e com a não criação do Parque a floresta pode desaparecer ainda mais depressa.
Por Dionísio Neto
Rede Ambiental do Piauí – REAPI
O EMBALO DA SUZANO : VENENO NAS CHAPADAS DE ANAPURUS, BAIXO PARNAIBA MARANHENSE
Dado o atual senso comum-bizarro que predomina no e domina o processo social e econômico no Brasil e, por emenda parlamentar, no Maranhão também, quem quer lucrar com seus projetos deve ir no embalo, seja embalado pelo canto das sereias ou dos cisnes que hipnotizam ou suavizam os ouvintes ou os dançantes, ou seja embalado na nova linha de papéis da Suzano Papel e Celulose.
"Os embalos de sábado a noite continuam" nas esferas locais, estaduais, regionais e nacionais e por essa razão a Suzano se cobre de razão ao cobrar do governo do Maranhão que as suas licenças de desmatamento na região Tocantina e na região dos Cocais disparem o mais rápido possível, senão ela vai disparar rapidamente para o estado Tocantins com sua fábrica de celulose, onde se obtém com mais facilidade as licenças ambientais.
As áreas, que a Suzano pretende desmatar ou já desmata no Baixo Parnaiba maranhense, cerca de 40 mil hectares em Urbano Santos, Anapurus e Santa Quitéria, foram sacramentadas no mês de maio de 2009 pela então secretária de meio ambiente Telma Travincas numa só canetada. Só mesmo a Suzano, a secretaria de meio ambiente do Maranhão e o Fórum em Defesa do Baixo Parnaiba sabem que essas licenças existem.
A sociedade civil, em sua maior parte, desconhece quem assinou e quais áreas serão desmatadas. Esse foi o teor da conversa em Currais, município de Mata Roma, e Campestre, município de Anapurus. O senhor Euclides, que toma conta de uma área do senhor Garreto, relatou que nada sabia de desmatamento da Suzano naquela parte da Chapada. O Maciel, seu neto, fora informado por acaso que tratores estavam parados na comunidade de Veredas prontos para o abate do Cerrado. A Suzano pouco informa. O senhor Valcimar informou que funcionários da Suzano deixaram pacotes de veneno na Chapada e quando chove esses pacotes explodem soltando veneno para todo lado. As pessoas que coletam bacuri e pequi na Chapada correm riscos desconhecidos, como frisou um dos netos do senhor Euclides.
A Suzano quer plantar 60 mil hectares de eucalipto na região tocantina e região sudoeste do Maranhão. A empresa bateu esse número faz tempo e devia estar preparada para as costumeiras contrariedades do licenciamento ambiental. Contudo, ela vai no embalo como acontece no Piaui onde o governo conseguiu que o Instituto Chico Mendes revisse as áreas de Mata Atlântica no estado.
Mayron Régis, assessor Fórum Carajás










